sábado, 11 de julho de 2009
Love you Ray-Ban Bunny!

Wake...
from your sleep
the drying of your tears
today we escape
we escape
pack...
and get dressed
before your father hears us
before all hell breaks loose
breathe, keep breathing
don't lose your nerve
breathe, keep breathing
i can't do this alone
sing us a song, a song to keep us warm
there's such a chill, such a chill
you can laugh
a spineless laugh
we hope your rules and wisdom choke you
now we are one
in everlasting peace
we hope that you choke, that you choke...
sábado, 13 de junho de 2009
sexta-feira, 22 de maio de 2009
quinta-feira, 21 de maio de 2009
sexta-feira, 24 de abril de 2009
If Only Tonight We Could Sleep

My knife it's sharp and chrome
come see inside my bones
This town don’t feel mine
Fast to get away
Far...
I took you home
Set you on the glass
I pulled off your wings
Then I laughed
It makes more
That you worked for
Every knuckle I wiped into her I am
A fucking monster
I will never get what I want
I feel soon
I will sink
Into you
What do you think
I gave you all the love I got
I gave you more than I could give
Gave you love
I gave you all that I had inside
and you took my love
You took my love
In here we're all anemic
In here anemic and sweet
Cause there's something about her
Long shady eyes
I'm all about her shade tonight
I could float here forever
Anemic and sweet
There's nothin' like you and I
Baby
This is no ordinary love
No ordinary love
Hear I lay... just like always.
Don't let me ... go
Complexidades e Deftones
segunda-feira, 9 de março de 2009
Inspira!

The waves suck you in, and you drown...
If like you should sink down beneath
I'll swim down. Would you?
Would you? Is that what you want?
You...
domingo, 2 de novembro de 2008
Apresentação da Noite

pesa-nos no peito um resíduo de cidade
no entanto sabemos que não há mais tempo para nos olharmos
a fuga só é possível para o interior de nós mesmos e um dia
quem sabe? chegaremos
ao princípio da memória
(pausa)
é noite
logo
a primeira sensação da manhã será feita de aves
é noite
dentro do meu coração de papel
é noite
dissolve-se um desastre um inesperado suicídio
é noite
calemo-nos um momento
calemo-nos
falemos baixinho
para não nos acordarmos
movamo-nos
movamo-nos para fora de nossos corpos
devastemos devastemos
(pausa)
no entanto eles tentam limpar a cidade
trituram corpos e apagam nossas vontades mais fortes e sinceras
tentam aniquilar-nos
devoram-nos as olheiras de muitas fomes
enchem-nos as bocas com jornais molhados
cinzentas notícias que raramente nos dizem respeito
violam-nos
daqui a umas horas quando a manhã vier branca e fria saberemos nós andar?
conseguirei eu lembrar-me de como se põe um pé à frente do outro?
sem cair
sem cair
Al Berto
sábado, 1 de novembro de 2008
Música de Filme

Dentro de mim
Por dentro de mim
É pena quase não poder ficar
És quente quando a luz te traz
Quase te vi amor
Quase nasci sem ti
Quase morri
Dentro de mim
Ficas dentro de mim
Por dentro de mim
Estás dentro de mim
Silêncio.Lua.Casa.Chão
És sitio onde as mãos se dão
Quase larguei a dor
Quase perdi
Quase morri
Dentro de mim
Estás dentro de mim
Por dentro de mim
Ficas dentro de mim
Sempre só mais um homem
Mais humano
Mais um fraco..
Sempre..
Só mais um braço
Mais um corpo
Mais um grito
Sempre..
Dança em mim!
Mundo, vida e fim!
Dorme aqui
Dentro de mim..
É pena quase não poder ficar
No sítio onde as mãos se dão
Quase fugi amor
Quase não vi
Vamos embora daqui
Para dentro de mim
Toranja
segunda-feira, 11 de agosto de 2008
Ensurdecedor

Assomados, com o andar titubeante das vítimas da realidade
absoluta, desfalecemos em convulsões de electrochoque no
turbilhão da engrenagem triturante que nos transportou em
sucessivas oscilações sísmicas para o apaziguamento da
indiferença e o amargo isolamento da solidão.
Nada é o que era, nada foi o que sonhamos, apenas visões esfumadas ao contacto da
memória, apenas imprecisas impressões de um tempo gasto pela
usura.
Tivemos o mundo, fomos o mundo...
Salve, cadáveres brancos da inocência!
Salve, corpos belos do amor!
Salve, feiticeiros da embriaguez permanente!
Salve, magos da existência não fragmentária!
Salve, pederastas do desejo, junkies do caos, prisioneiros da
liberdade!
Salve, irreprimível lúdico!
Salve, criadores de vida, amantes da infância, viciados do
presente!
Salve, orfãos perdidos!
Salve! Salve! Salve!
Gumes... Adolfo Luxúria Canibal
Arrastando o Seu Cadáver

É demencial
Não há palavras que consigam dizer o horror
Vi um pobre homem agarrado ao que restava da sua mulher
Errando pela baixa
Os olhos fixos num horizonte perdido
Sem uma palavra
Sem um som
Arrastando a carcaça desfigurada por entre o trânsito do fim da tarde
Passei sem conseguir dizer nada
Ninguém dizia nada
O silêncio
Acompanhava o olhar vazio
A dor
A vaguear por entre as ruínas e o trânsito do fim da tarde
As pessoas apressavam-se por causa do cair da noite
E o pobre homem seguia um destino sem rumo
Arrastando o seu cadáver
E o pobre homem
Seguia um destino sem rumo
Arrastando o seu cadáver
Ninguém dizia nada
O silêncio
Acompanhava o olhar vazio
A dor
Adolfo Luxúria Canibal
Auto Retrato Duas Horas Da Manhã 20 De Agosto De 1959

O amor
sublinhado a filigrama
submergido pelo lodo
torna-se disforme
destroço asfixiado em desperdícios
e o sol fotografa-nos
o vómito de uma dor imensa
derradeira...
terça-feira, 29 de julho de 2008
Oh, Banana Co. We really love you, and need you

A heart that's full up like a landfill
A job that slowly kills you

Bruises that won't heal
You look so tired and unhappy
Bring down the government
They don't speak for us
I'll take a quiet life
A handshake of carbon monoxide
No alarms and no surprises
Silent silence.

He used to do surgery. For girls in the eighties, but gravity always wins
Poor little Bear ...
sexta-feira, 25 de julho de 2008
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